Postado por admin em 20/jul/2022 - Sem Comentários

A Secretaria Municipal de Prevenção ao Álcool e Drogas (Sempad) de São Gonçalo, em parceria com a Fundação Santa Cabrini (FSC), vai realizar, nesta sexta-feira, 22, uma ação social voltada para prestar assistência às pessoas em situação de vulnerabilidade social. Estão sendo esperadas cerca de 60 pessoas, parte delas com algum tipo de vício ou em cumprimento de pena, que receberão assistência social, psicológica e a oferta de cursos de qualificação gratuitamente. O encontro acontecerá a partir das 10h, no auditório da Sempad, na Venda da Cruz, em São Gonçalo.
No cronograma da ação estão as palestras, a roda de apoio com as comunidades terapêuticas e a inscrição para cursos gratuitos de Informática, Auxiliar Administrativo e Auxiliar de Serviços Gerais. A parceria entre a Sempad e a FSC faz parte de um pacote de medidas adotadas para garantir a reabilitação de pessoas e a reintegração social, segundo o secretário Wanderson Dias.

“Nosso trabalho acontece dentro e fora da secretaria através de ações semanais realizadas nas ruas de São Gonçalo e aqui estas pessoas ou grupos recebem o acolhimento dos profissionais da psicologia, assistência social, saúde e de órgãos parceiros”, explicou Dias, que desta vez, contou com a parceria da Fundação Santa Cabrini, órgão vinculado à Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro.
A Fundação, que fica no Largo do Machado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, trabalha há 45 anos com foco na qualificação profissional de pessoas em cumprimento de pena e a empregabilidade dos mesmos, a fim de diminuir a reincidência criminal e garantir que estas pessoas tenham uma segunda chance. O presidente da FSC, José de Sousa e Silva tem a meta de capacitar e empregar 4 mil pessoas apenadas de todo o Estado até o final do ano através e parcerias firmadas com as instituições capacitadoras UERJ e Sebrae, e empresas parceiras que recebem os apenados como os novos profissionais no mercado de trabalho.
“Estaremos sempre de portas abertas para somar com iniciativas como esta. É sempre muito positivo para que possamos ir até os locais levar este trabalho, assim como já fazemos dentro dos presídios e na nossa sede. Isso se chama somar forças para que essas pessoas possam ser resgatadas ao convívio familiar e social”, finalizou o presidente. O evento será aberto ao público e acontecerá na sede da Sempad, na Rua Dr. Porciúncula, 395, 2º andar, na Venda da Cruz, das 10h às 13h.
Postado por admin em 29/jun/2022 - Sem Comentários

Quartou. São 6:30h da manhã e Irapuan Oliveira, 31 anos, já está saindo de casa, em Benfica, Manguinhos, a fim de pegar o transporte público para mais um dia de trabalho. Destino? Centro de Qualificação Profissional da Fundação Santa Cabrini, no Rio Comprido. “O mais comovente é ver o sorriso no rosto dos meus pais, ao me ver saindo de casa, todos os dias pela manhã, para trabalhar de forma digna longe do crime.” conta Irapuan, que desde o dia primeiro deste mês, trabalha como prestador de serviços pela FSC.
Uma juventude perdida entre as grades do crime
Sentenciado a cumprir quase 6 anos de pena por assalto à mão armada em 2016, Irapuan Oliveira revela que foi aos 13 anos, após o acidente sofrido pelo seu pai, que ele teve o seu primeiro contato com o crime: “Depois que o meu pai ficou debilitado com o acidente, sem poder andar,alguém precisava trazer o sustento e pagar o aluguel. Vi na boca de fumo a solução mais rápida. Meu irmão mais velho já estava envolvido no tráfico de drogas na comunidade, então segui o exemplo e entrei também.” relata
O fundo do poço
“Aos 13 anos, eu já usava maconha e lolo com frequência, mas foi aos 18, quando conheci a cocaína, que cheguei no meu fundo do poço. Aos poucos, vi todo dinheiro que eu conseguia na boca ir embora para sustentar o meu vício. Não conseguia ficar um dia sequer sem usar. Meu único momento de paz era quando estava drogado”
Sem mais condições para sustentar a dependência química, Irapuan relata que foi aos 25 anos que tomou a decisão de começar a roubar: “Os vícios roubam a nossa identidade, nossos princípios. Eu não tinha mais senso nenhum. Então decidi que iria roubar, e no primeiro meu assalto à mão armada na Cinelândia, no dia 29 de março de 2015, fui preso em flagrante.”
A reincidência
Depois de um ano em regime fechado nas unidades penitenciárias de Vicente Piragibe, Água Santa, Bangu 6 e Paulo Roberto Rocha, veio a recaída no crime: “Passei a responder em semiaberto em 2016, eu saía da cadeia às 7h e retornava às 22h. Infelizmente, eu ainda não tinha decidido a mudar. Estava nos vícios e por não encontrar nenhuma porta de emprego, até que chegou um dia em 2017, que evadi, não voltei mais pra prisão no horário e retornei pra boca de fumo.”
Assim como Irapuan Oliveira, milhares de pessoas em cumprimento de pena passam pelo mesmo dilema: não conseguem reconstruir suas vidas de forma digna, devido a falta de oportunidades, e retornam à vida ilícita. Se o objetivo real da pena é reintegrar o indivíduo infrator ao convívio social, faz-se necessário levantar a questão: “O que é preciso para ressocializar?” Desde 1977, “empregabilidade” e “qualificação profissional” são as respostas que a Fundação Santa Cabrini defende na sociedade para essa questão.
“A sensação que dá no preso que sai do cárcere e não encontra uma oportunidade de emprego, é que o crime é a única saída. Não dá pra apagar o meu passado e nem tirar da minha ficha o que eu fiz, então como vou conseguir um emprego? Eu não acreditava que poderia ter mais uma vida normal. Pra mim, o tráfico era a única alternativa” explica Irapuan.
Encontro com a Fundação

Preso novamente em 2020, Irapuan passou a questionar a vida na criminalidade: “Em 2019, eu perdi o meu irmão mais velho no tráfico de drogas. Eu trabalhava na mesma boca de fumo que ele desde os meus 13 anos. Perdê-lo tirou o meu chão e me fez repensar muito no que eu estava fazendo da minha vida. Que futuro eu iria ter vivendo foragido na boca de fumo? Mas eu não tinha coragem de me entregar. Quando me prenderam na porta de casa, em 2020, foi tudo muito constrangedor, mas também era um peso que eu tirava dos meus ombros. Eu já sabia que aquilo era inevitável. Mas dessa vez, retornei ao sistema decidido a não sair de lá como o mesmo homem.”
Em regime semiaberto desde dezembro de 2021, Irapuan encontrou na Fundação Santa Cabrini o quê não havia encontrado na primeira vez em que deixou o presídio: “Fiquei sabendo da Fundação através de um amigo que trabalha lá na Biblioteca Parque Estadual de Manguinhos. Contei para ele que eu não sabia o que faria da minha vida, mas que nunca mais voltaria ao crime. Então ele me falou que a FSC poderia me ajudar a recomeçar. E assim aconteceu.” conta
Irapuan foi atendido pelas assistentes e psicólogas da Fundação, participou das oficinas de qualificação profissional, e recebeu o seu ofício de emprego no início deste mês (1). “Só tenho a agradecer a Deus, primeiramente, e à Fundação Santa Cabrini, por essa chance de ganhar o meu sustento do jeito certo e com dignidade. Quando a pessoa sai da cadeia, ela sai sem rumo ou direção, sem saber onde começar. A Fundação foi o meu ponto de recomeço. Sou, hoje, um novo homem, longe da vida errada e dos vícios.”
Você está cumprindo pena em regime semiaberto? Está determinado a deixar o passado ilícito para trás a viver uma nova vida com dignidade, trabalho e qualificação? Faça com o Irapuan Oliveira! Visite a sede da Fundação Santa Cabrini, no Largo do Machado 48 Catete, e tenha acesso ao serviços do Estado do Rio de Janeiro voltados exclusivamente para sua ressocialização! Os atendimentos ao público são realizados de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, no Largo do Machado 48 Catete, Zona Sul do Rio.
Postado por admin em 28/jun/2022 - Sem Comentários
*Crédito de imagem: Lua Vieira

Na manhã dessa terça-feira (28), ocorreu a solenidade de certificação da primeira turma de detentas qualificadas pelo Projeto “Mudar de Vida: Perspectivas Além do Horizonte” na unidade penitenciária de Oscar Stevenson, em Benfica. Nesta primeira etapa, 23 mulheres em cumprimento de pena foram certificadas nos cursos de Aspectos do mundo do trabalho, Assistente administrativo e auxiliar de serviços gerais, promovidos pelo Instituto Multidisciplinar de Formação Humana com Tecnologia (IFHT) da UERJ.
O projeto, que também servirá para a remição de pena das detentas, teve como objetivo retomar as ações de ressocialização dentro das unidades penitenciárias, interrompidas nos últimos dois anos em decorrência da pandemia. Segundo o Presidente da Fundação Santa Cabrini, José de Sousa e Silva, a intenção é qualificar as apenadas enquanto ainda respondem em regime fechado, para que quando progredirem ao regime semiaberto, já estejam preparadas e treinadas aos desafios do mercado de trabalho:
“Estaremos aguardando cada uma de vocês em nossa sede, no Largo do Machado. A Fundação Santa Cabrini está de portas abertas para todas as pessoas em cumprimento de pena que buscam uma oportunidade de recomeço e transformação. Cada pessoa ressocializada da vida ilícita é mais uma vitória para toda a sociedade, e por isso, preparamos esse projeto em parceria com a Seap e o IFHT-UERJ, que irá qualificar 90 detentas ao todo” explicou o Presidente da Fundação.

Conforme a Lei de Execução Penal (N° 7.210/84), o principal objetivo da pena privativa de liberdade não é meramente isolar ou excluir o indivíduo infrator, mas sim reintegrá-lo ao convívio social. Para isso, é preciso que o estabelecimento penitenciário seja um espaço de educação, qualificação e transformação social. Nesse sentido, o Subsecretário de reintegração social da Seap, Lúcio Flávio, reafirmou o compromisso da Secretaria com a reinclusão social da população em cumprimento de pena:
“A Secretaria de Administração Penitenciária, através de sua subsecretaria de reintegração social, tem a missão de prover toda a assistência social e educacional necessária para que cada uma de vocês retornem à sociedade devidamente qualificadas para o exercício profissional. Por meio dessa parceria com a Fundação Santa Cabrini e a Uerj-IFHT, estamos deixando para trás as paralisações em decorrência da pandemia, e retornando com força total com as ações e projetos de qualificação e cidadania, visando a ressocialização de cada uma de vocês.” concluiu.

Através de uma abordagem holística, abrangendo várias habilidades técnicas, acadêmicas e interpessoais, o programa de qualificação buscou formar profissionais completas ao mercado de trabalho, contribuindo significativamente com o sucesso profissional de cada detenta participante. De acordo com o coordenador pedagógico do programa “Mudar de Vida”, Ronaldo Melo, a solenidade de certificação representou uma nova fase não apenas na história das apenadas, mas do próprio diálogo que a sociedade tem com a população em cumprimento em pena.
“A UERJ, por meio do IFHT, acolheu cada uma dessas mulheres em cumprimento de pena não como ‘detentas’, mas sim como ‘educandas’ da própria Universidade. Desenvolvemos uma formação humana abrangente voltada ao mundo do trabalho, a fim de auxiliá-las na reconstrução de suas vidas em sociedade com dignidade e qualificação. Acreditamos que a sociedade fluminense como um todo precisa desenvolver um novo diálogo com a população prisional, sem estigmas ou preconceitos, mas com oportunidades de crescimento e ressocialização”, destacou.

Durante o evento, além das certificações, as formandas receberam kits de roupa íntima e higiene pessoal, e também assistiram a um filme especial de apresentação dos serviços oferecidos pelo Estado do Rio de Janeiro à população prisional, por meio da Fundação Santa Cabrini, que de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, realiza atendimentos ao público apenado em sua sede, no Largo do Machado.
Na solenidade contou com as presenças do Presidente da FSC, José de Sousa e Silva, o subsecretário da Seap de reintegração social, Lúcio Flávio; a Diretora do presídio Oscar Stevenson, Rosangela Gorete, o Coordenador Pedagógico do programa “Mudar de Vida” (Uerj-IFHT), Ronaldo Melo, o Secretário de Políticas sobre Álcool e Drogas de São Gonçalo, Wanderson Dias; o Assessor especial do Governo, Marcos San, e da Coordenadora de Unidades femininas e população LGBTI+, Larissa Arantes.
Uma chance para recomeçar e acertar

Com os olhos cheios de lágrimas, Beatriz Maria dos Santos, 48 anos, realizou um discurso que comoveu todos os presentes no evento. Sentenciada a cumprir 8 anos e 9 meses de pena por tráfico de drogas, Beatriz conta que o programa “Mudar de Vida” lhe fez acreditar de novo na ressocialização.
“Aprender abre muito a nossa mente. Só tenho a dizer gratidão pela chance que a Fundação, a Seap e o IFHT estão dando para gente se qualificar aqui dentro do presídio. Tudo de errado ficou para trás e irei sair daqui, qualificada e com a cabeça erguida. Quero mostrar para minha mãe e minha família que mudei e que sou hoje uma nova pessoa”, afirmou.
Aplaudida de pé, Beatriz sorri e expressa no olhar a alegria de quem venceu e superou um passado obscuro. Presa em 19 de maio de 2018, ela relata que o convite de uma amiga para transportar drogas para o estado de Minas Gerais foi o estopim de tudo: “Estava vivendo uma situação financeira muito difícil, e o convite me pareceu a solução mais rápida e fácil para os meus problemas. Fui pega e presa no Bairro do Piraí. É uma cicatriz que nunca vai apagar na minha história. Estou pagando até hoje pelos meus erros. Mas tenho a certeza que já é um passado enterrado. Agradeço a Deus por estar viva e só quero lutar pelos meus sonhos de forma digna daqui pra frente”.
Bruna Henaut, 28 anos, mãe de duas filhas, começou a cumprir pena no presídio Oscar Stevenson, em Janeiro de 2022, e foi também certificada nesta terça-feira. Com 6 anos e 2 meses para cumprir de pena pelo crime de extorsão, Bruna reforça a importância de poder se qualificar dentro do presídio.
“Aqui é tipo Big Brother, o convívio é difícil e complicado, e sem fazer nada, a gente acaba surtando. Ocupar o nosso tempo aqui dentro com cursos e atividades construtivas é o que mais precisamos. Atualmente, trabalho no setor administrativo do ambulatório do presídio. Aprender e me qualificar é o meu objetivo. Quero sair daqui pronta para trabalhar”, relata.

Desde 1977, a Fundação Santa Cabrini acredita e investe no trabalho e na qualificação como instrumentos de reintegração social no estado do Rio de Janeiro. A instituição é grata pela parceria com o IFHT e a SEAP, por representar o ponto de recomeço na vida de cada pessoa em cumprimento de pena participante, assim como a própria retomada da ressocialização nas unidades penitenciárias do estado do Rio de Janeiro.
Postado por admin em 27/jun/2022 - Sem Comentários

*Crédito de Imagem: Lua Vieira
Empreender é mais do que vender um serviço ou produto. Empreender é sobre deixar um legado no mundo, oferecendo algo que mude a vida das pessoas. Assim, imagine se você pudesse transformar a vida de alguém com o seu negócio, contribuir com uma sociedade mais segura e inclusiva, e ainda reduzir ao mesmo tempo os custos pela metade? A Lei de Execução de Penal (7.210/84), mais conhecida como “LEP”, que regulamenta o trabalho prisional, é o investimento ideal para todo empresário que queira conciliar redução de gastos com mais responsabilidade social para o seu empreendimento. Confira abaixo cinco motivos que tornam a LEP a melhor opção para sua empresa:
Redução de aproximadamente 50% dos custos
Empregar uma pessoa em cumprimento de pena é apoiar a sua superação e reintegração ao convívio social. Em vista disto, a contratação de apenados pela LEP é isenta de encargos sociais e trabalhistas, o que reduz por volta de 50% os custos contratuais em relação ao regime tradicional da Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT). Para o Presidente da Fundação Santa Cabrini, José de Sousa e Silva, a contratação pela LEP é uma ótima oportunidade para conciliar contenção de gastos e aumento da responsabilidade social:
“O desafio de ressocializar o apenado exige a participação de toda a sociedade, sendo o papel da iniciativa privada fundamental nesse processo. Sem uma nova chance profissional no mercado de trabalho, como a pessoa em cumprimento irá se reintegrar na sociedade? Pensando nisto, a nossa legislação de execução penal oferece isenção de encargos sociais e trabalhistas às empresas contratantes, que além de desfrutarem de uma mão de obra treinada e qualificada pela FSC, também obtêm uma redução significativa de gastos tributários. É um estímulo para que mais empreendedores conheçam e apoiem o trabalho prisional na sociedade”, explica.
Contratação segura e desburocratizada
Visando a satisfação dos contratantes com o trabalho prisional, a Fundação Santa Cabrini realiza um trabalho minucioso de seleção e treinamento de cada apenado empregado. O setor de empregabilidade da FSC, que intermedia a relação entre a pessoa sob pena privativa de liberdade e o contratante, coordena visitas, monitorias e inspecções periódicas reguladas nos locais de trabalho, a fim de monitorar e reforçar o bom desempenho profissional por parte dos colaboradores em comprimento de pena. Além disso, cabe ressaltar que no modelo da LEP, não há aviso prévio nem vínculo empregatício. Assim, a contratação resguarda os interesses do contratante, tendo em vista que em caso de alguma postura não satisfatória por parte do apenado, a sua substituição por outro que esteja apto às atividades poderá ocorrer de forma imediata e sem complicações. Ademais, dependendo da contratação, a legislação também prevê a possibilidade de aquisição dos produtos e serviços do trabalho prisional, sem a necessidade de licitação.
Mão de obra qualificada que atende às suas expectativas profissionais
A FSC trabalha diariamente para entregar profissionais competentes e qualificados ao mercado de trabalho. Para isso, antes de ser encaminhado às vagas de emprego, todo apenado passa por oficinas de capacitação e treinamento profissional. Há uma triagem que prepara e seleciona as pessoas sob penas privativas de liberdade para as vagas, levando em consideração os requisitos e preferências do contratante.
Outrossim, em virtude da Portaria n° 402, publicada em Diário Oficial (31/01), a FSC possibilita a contratação por diferentes remunerações ou níveis de gerenciamento (que vão de zero a oito no total), tendo em vista o grau de qualificação e competência esperado pela empresa. Em outras palavras: é possível garantir a excelência e produtividade da sua empresa, e ao mesmo tempo, contribuir com a ressocialização na sociedade.

Transformação de vidas e contenção da reincidência criminal
Reintegrar o apenado é prevenir que o mesmo retorne à ilicitude e à conduta infratora da ordem pública. A reincidência criminal é um dilema que compromete a segurança da sociedade fluminense, que já apresenta a terceira maior população penitenciária do país, com quase 52 mil pessoas em cumprimento de pena, segundo o último censo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Diante disso, o acesso ao mercado de trabalho é fundamental para que essas pessoas sejam de fato ressocializadas e reintegradas ao seio social. Assim, contratar pessoas em cumprimento de pena pela LEP, além de trazer benefícios econômicos pela isenção de encargos sociais e trabalhistas, também amplia irrefutavelmente a responsabilidade e impacto social da empresa contratante. A parceria com a FSC na contratação de apenados permite que a empresa assuma um legado extraordinário na construção de uma sociedade mais inclusiva e segura para todos.
Redução do encarceramento e dos gastos públicos com unidades penitenciárias
Segundo o último censo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Brasil apresenta atualmente a maior população carcerária já registrada em sua história: Com 919.651 presos, o país tem a terceira maior população prisional do mundo, estando atrás apenas dos Estados Unidos e China. Se a sociedade como um todo não se unir na promoção de políticas e ações voltadas à ressocialização deste público, o quantitativo de encarcerados irá aumentar, agravando, por conseguinte, também os gastos para manter o sistema penitenciário, que já preocupa gestores públicos em todo o país. Ademais, o custo de não ressocializar é muito alto: mais violência e criminalidade.
Desse modo, é preciso prevenir para economizar, reintegrar para não reincidir. A contratação pela Lei de Execução Penal é um investimento triplo, que beneficia todos os envolvidos: o apenado, que passa a ter a chance de retomar a sua vida profissional com dignidade e qualificação; a empresa contratante, que será isenta de encargos sociais e trabalhistas, e por isso, terá uma redução de custos contratuais quase pela metade, e à própria sociedade em geral, favorecida com mais inclusão, segurança e menos violência a longo prazo.
VEM COM A LEP!
Não perca mais tempo! Deixe o seu legado no mundo! Seja parceiro da Fundação Santa Cabrini e tenha os benefícios da Lei de Execução Penal (7.210/84) para sua empresa. Para mais informações, entre em contato com o nosso setor comercial, pelos números, (21) 2334-4141 ou 2334-3948, ou pelo e-mail comercial@santacabrini.rj.gov.br.
Postado por admin em 13/jun/2022 - Sem Comentários

Fundação Santa Cabrini treina e emprega população em cumprimento de pena
Nesta segunda-feira (13), mais seis pessoas em cumprimento de pena foram capacitadas e empregadas pela Fundação Santa Cabrini. Desde da última sexta-feira (10), o grupo tem passado por uma série de oficinas de capacitação profissional, a fim de prepará-los para os desafios do mercado de trabalho.
A Fundação Santa Cabrini, no âmbito de sua Diretoria de Produção e Comercialização, oferece atendimento social e qualificação profissional à população apenada atendida. O objetivo, segundo a Diretora do setor, Cláudia Edna, é potencializar as oportunidades de reingresso ao mercado de trabalho por parte dos apenados, assim como conceder as ferramentas necessárias para uma vida saudável em sociedade:
“A experiência prisional em si, aliada ao contexto de violência e marginalidade em que muitos estão inseridos desde a pré-adolescência, pode gerar entraves que dificultam a reinserção social da população em cumprimento de pena. Diante disso, antes de encaminharmos a pessoa apenada às vagas de trabalho, oferecemos ao grupo acompanhamento psicossocial e treinamentos profissionais, com o intuito de auxiliá-lo a desconstruir o passado e as vivências ilícitas em prol de uma nova vida com saúde, bem-estar emocional, qualificação e dignidade.” explicou.

Nesse contexto, os apenados participaram nesta segunda-feira (13) de treinamentos para Assistente de Serviços Gerais e Assistente Administrativos, conduzidos pelo setor de qualificação da FSC. Para o Irapuan Oliveiras, 31 anos, preso em 2015 por tentativa de roubo, a oportunidade está sendo o divisor de águas em sua vida:
“Tanto as drogas quanto o crime são um círculo vicioso muito difícil de quebrar. Mas não é impossível, e eu sou prova disso. Depois de quase uma vida inteira no erro, estou decidido a recomeçar. Agradeço a Fundação Santa Cabrini por acreditar em mim.” afirma Irapuan, que além das oficinas, também recebeu sua carta de emprego.
Fundação Santa Cabrini: Desde 1977, transformando vidas em cumprimento de pena por meio do trabalho e da qualificação profissional.
Postado por Lu Vieira em 10/jun/2022 - Sem Comentários

Nessa última quinta-feira (9), a Fundação Santa Cabrini em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (Sebrae RJ), realizou palestras com o público em cumprimento de pena, em sua sede, no Largo do Machado, abordando temas como comunicação não-violenta e empreendedorismo. Além de certificar e qualificar ainda mais os apenados ao mercado de trabalho, a iniciativa também teve como objetivo estimular o desenvolvimento holístico de cada participante, impulsionando suas habilidades tanto empreendedoras quanto comunicativas e interpessoais.
A Lei de Execução Penal (7.210/84) garante em seu Art. 10, que compete ao Estado oferecer a assistência necessária ao detento ou egresso, a fim de “…prevenir o crime e orientar o retorno à convivência em sociedade.” Nesse sentido, o Presidente da Fundação Santa Cabrini, José de Sousa e Silva, iniciou os eventos desta quinta-feira (9) explicando aos apenados participantes o papel da FSC: “Não estamos aqui para julgar o passado de ninguém. O Estado do Rio de Janeiro está aqui, através da Fundação Santa Cabrini, para dar todo o suporte necessário para que vocês possam seguir em frente com trabalho, dignidade e qualificação.” salientou.
Em primeiro plano, os ressocializandos participaram de uma palestra sobre comunicação não-violenta, apresentada pela psicóloga da Fundação Santa Cabrini, Nathália Oliveira. Como evitar conflitos e praticar a empatia nas relações? Como usar a linguagem, tanto a falada, quanto a corporal, para construir e fortalecer os vínculos no meio profissional e na vida em geral? De acordo com a Diretora de Produção e Comercialização da Fundação Santa Cabrini, Cláudia Edna, ter as respostas para essas perguntas é crucial para o desenvolvimento profissional de cada pessoa em cumprimento de pena:
“Na Fundação Santa Cabrini, buscamos formar profissionais completos, não apenas devidamente qualificados, mas também desenvoltos no aspecto humano, pessoal e interpessoal. Para ser um excelente profissional, é preciso ter a saúde emocional em dia e saber lidar com as diferenças no meio de trabalho. Para isso, realizamos tanto oficinas e cursos no âmbito da qualificação, como também palestras e ações voltadas para o desenvolvimento psicossocial de cada colaborador . Vale ressaltar que temos uma equipe social multidisciplinar, com psicólogas e assistentes sociais, que oferecem atendimento e acompanhamento gratuito ao público apenado” destacou.
“É um tema importantíssimo que busca melhoria nas relações, a partir da comunicação assertiva e empática. A ideia é oferecer as habilidades necessárias para que cada apenado tenha uma ótima convivência em sociedade.”
Nathália Oliveira, psicóloga do Serviço Social
Em seguida, os colaboradores participaram de uma palestra sobre Empreendedorismo, sob o tema de “Empreender para Superar”, ministrada pela palestrante e consultora do Sebrae RJ, Kelly Santoro. Com a missão de desmistificar o termo “empreendedorismo”, a palestra buscou mostrar como em pequenas ações do quotidiano, é possível, sim, exercer a mentalidade empreendedora, que segundo a consultora Kelly Santoro, vai muito além de apenas saber como abrir o próprio negócio:

“Quando se aprende a empreender, aprende-se a enxergar o mundo, a vida, os problemas e os erros do passado de uma completamente diferente: passamos a não apenas identificar alternativas e soluções nas dificuldades e desafios, como também começamos a viver de uma forma muito mais proveitosa, aproveitando melhor cada oportunidade que a vida nos oferece. O empreendedorismo traz uma mudança comportamental que só tem a somar com a reintegração social de cada pessoa em cumprimento de pena. Temos a certeza que cada um deles sairá desta palestra não apenas com um certificado, mas com novas habilidades profissionais e perspectivas ampliadas de futuro” concluiu.

Iracema Pereira da Silva, 39 anos, colaboradora da FSC na Imprensa Oficial, agradeceu pela oportunidade de crescente qualificação: “Sou muito grata pela Fundação ter acreditado em mim em 2016. Foi a única porta de emprego que se abriu para mim. Desde então, cada oportunidade, como essa palestra que o Sebrae RJ realizou sobre empreendedorismo, tem sido um diferencial na minha vida. Atualmente estou cursando o segundo período da minha graduação em Psicologia. Nunca imaginei que chegaria aqui e sei que, pela misericórdia de Deus, posso ir muito além.” afirmou.
Crédito de imagem: Lua Vieira
Postado por admin em 06/jun/2022 - Sem Comentários

Em celebração a semana do Meio Ambiente, convidamos a todos a conhecer o Programa Replantando, parceria entre a Fundação Santa Cabrini e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) , que além de devolver a dignidade de pessoas em cumprimento de pena, promove a conservação ambiental da Mata Atlântica no estado do Rio de Janeiro.
O Replantando Vida é o maior empregador de mão de obra prisional do país, o projeto já contribuiu com a reinserção social de mais de 6 mil apenados nos últimos 20 anos , minimizando os custos do sistema prisional e beneficiando toda a população.
Convém ressaltar que além do seu papel ressocializante, o Replantando Vidas também tem o compromisso de frear a degradação ambiental sofrida pelos corpos hídricos, recrudescendo os esforços na recuperação das matas ciliares, nascentes, zonas de recarga e bacias hidrográficas do estado do Rio de Janeiro. Para atendimento das ações ambientais do programa, existem sete viveiros florestais estruturados, onde se cultiva mais de 254 espécies florestais nativas da Mata Atlântica (estando 40 ameaçadas de extinção) e se produz mais de 1,8 milhões de mudas por ano.
As atividades ambientais desenvolvidas no Curso de Formação de Agentes de Reflorestamento contemplam diversas áreas de atuação, como a coleta de sementes florestais, produção de mudas, jardinagem, limpeza e conservação predial; serviços administrativos, confecções de uniformes, práticas de restauração e até atividades de educação ambiental em escolas, e entre outras. Dessa maneira, o Replantando Vidas contribui significativamente com a capacitação profissional dos apenados, visto que possibilita a eles uma ampla experiência técnica e teórica para que possam ingressar futuramente em variados nichos do ramo ambiental.

Assinada ano passado, nova parceria firmada entre a FSC e a Cedae no âmbito do Replantando Vida promete plantar um milhão de árvores ao longo do Rio Guando. A previsão é que o projeto empregue mais de mil detentos nos próximos cinco anos.
Por fim, as pessoas em cumprimento de pena que participam do projeto, recebem remuneração pelo serviço prestado (salário mínimo nacional), auxílio para transporte e alimentação, como qualquer outro trabalhador, e ainda o benefício de redução de um dia de pena, a cada três dias trabalhados
“O programa dá uma chance de recomeçar suas vidas e superar o estigma de ex-detentos, uma vez cumprida a pena. – Todos somos semelhantes. Às vezes, erramos, mas temos o direito de corrigir e recomeçar. O projeto Replantando Vida ajuda a acabar com o preconceito que impede que essas pessoas sejam reinseridas na sociedade”
Alcione Duarte – Idealizador do projeto Replantando
Postado por admin em 16/maio/2022 - Sem Comentários

É quinta-feira, 12 de maio. São 8:40 de uma manhã ensolarada na zona sul do Rio. Solimar dos Santos, 46 anos, mais conhecida como “Tia Sol”, desce na estação de metrô na Praça do Largo do Machado e caminha entre os comerciantes em direção à Igreja Matriz da Glória, o ponto de referência para o seu lugar de destino. Ao chegar na escadaria da Igreja neoclássica, olha para o seu lado direito e logo reconhece, com base nas fotos que havia visto nas redes sociais, o local que procurava: a Fundação Santa Cabrini.
Um filme passa em sua cabeça. Enquanto desce as escadas da Igreja e caminha em direção ao edifício branco localizado no Largo do Machado 48, Solimar recorda da primeira vez que ouviu falar da FSC: “Eu ainda estava lá dentro no sistema prisional. E me perguntava direto: quando eu sair daqui, pra onde vou? Como vou recomeçar? O que vai ser da minha vida? Estava totalmente perdida. Até que uma amiga me explicou que eu deveria procurar a Fundação assim que começasse a responder em semiaberto, pois lá encontraria acolhimento e trabalho, só que achei muito mais que isso, encontrei o recomeço da minha vida”, relatou a Tia Sol.
Assim que chegou na Fundação, Solimar foi recepcionada pelo serviço social e, depois, encaminhada ao auditório no terceiro andar da instituição, para participar de uma oficina de qualificação profissional:
“Eu vim na FSC pela primeira vez semana passada, quando fui cadastrada e atendida pelas assistentes sociais. Aí ontem, recebi uma ligação e me chamaram para assistir a essa ambientação profissional para assim receber uma oportunidade de emprego. Em todo o processo, fiquei encantada com a atenção que me deram. Somos tratados como gente de verdade. Só quem passou pelo sistema prisional sabe o quanto é difícil encontrar algum lugar que nos acolhe, como a Fundação”, relembrou.
Solimar dos Santos tem duas filhas e cumpre pena desde 2019. Atualmente está em regime de Prisão Albergue Domiciliar (PAD). Segundo ela, foi a perda do filho, Ivan, em 2010, o gatilho para a sua mudança drástica de vida: “Perder meu filho me abalou muito emocionalmente. Para tentar escapar da dor, passei a beber, e pouco tempo depois já estava mergulhada no alcoolismo. Dois anos depois, já estava nas ruas usando drogas”, contou.
Família, emprego, reputação, aos poucos, Solimar relatou que foi perdendo tudo por causa da dependência química. Sem recursos para manter o seu vício, Sol disse que enxergou no crime sua única saída.
“Passei a ficar mais nas ruas, sem dinheiro e disposição para trabalhar, e vi no furto o meio mais rápido para sustentar os meus vícios. Comecei com um produto e outro num mercadinho. Eu furtava para vender e depois comprar drogas.”
Solimar viveu nessa vida por seis anos, até que foi presa: “Na minha prisão, em 2019, eu tinha certeza de que a minha vida tinha acabado ali. Como eu iria olhar nos olhos das minhas filhas de novo? Como eu seria um exemplo para elas e para as minhas netas? Por isso, costumo dizer que o crime roubou a minha história, mas, hoje, através da Fundação Santa Cabrini, estou reescrevendo ela”, relatou. Assim que começou a responder em semiaberto, Tia Sol seguiu o conselho que ouviu lá dentro do sistema e procurou a Fundação em busca de uma chance de recomeço.

Juntamente com ela, mais de dez pessoas em cumprimento de pena participaram do treinamento de qualificação profissional. Após a oficina, Solimar aguardou na recepção por sua carta de emprego, que a levaria, no dia seguinte, de manhã, até o seu novo local de trabalho. Ao receber o ofício em suas mãos do setor de empregos, Sol não conteve as lágrimas e desabafou: “É a primeira que consigo um trabalho digno depois de muito tempo. Cheguei a pensar que nunca teria essa chance de recomeçar e viver algo diferente. Hoje, eu abraço essa oportunidade que a Fundação Santa Cabrini me deu com unhas e dentes. Irei reescrever a minha história e ser um exemplo melhor para minhas filhas e netas”, concluiu.
Assim como a Solimar dos Santos, a FSC atende diariamente pessoas apenadas que também chegaram a pensar que não haveria possibilidade para o recomeço. Desde 1977, a instituição acredita que, por meio da qualificação e do trabalho, é possível reintegrar o indivíduo ao convívio social com dignidade e excelência. Nesse sentido, de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h, a Fundação Santa Cabrini proporciona atendimento psicossocial, treinamento profissional e oportunidades de trabalho a todos que buscam o recomeço no estado do Rio de Janeiro.
Postado por admin em 13/maio/2022 - Sem Comentários

Nesta última semana, entre os dias 10 e 13 de maio, a Fundação Santa Cabrini participou do evento “Promoção da Cidadania” no Presídio Evaristo de Moraes, São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O objetivo foi levar atendimento psicossocial aos internos, assim como informações sobre qualificação e acesso ao mercado de trabalho. O evento, que ofereceu serviços de cidadania aos 2.800 detentos da unidade, foi organizado pela Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
Durante os três dias, os internos participaram de uma série de atividades voltadas para sua reintegração social e ao resgate de cidadania, como atendimentos médicos, capacitação profissional; assistência jurídica e emissão de 1ª ou 2ª via de identidade e certidão de nascimento. Além disso, os detentos também foram contemplados com palestras e eventos temáticos, como a roda de conversa sobre empreendedorismo, realizada pela Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec).

No âmbito da Fundação Santa Cabrini, além do atendimento psicossocial, os internos foram apresentados e familiarizados com as oportunidades de qualificação e empregabilidade oferecidas pelo Estado através da instituição. Segundo a assistente social da FSC, Aline Baptista, o evento possibilitou que milhares de pessoas em cumprimento de pena pudessem voltar a sonhar com o retorno ao convívio social e ao mercado de trabalho:
“No estado do Rio de Janeiro, temos quase 16 mil pessoas cumprindo pena em regime fechado, como os detentos de Evaristo de Moraes. Grande parte dessa população ainda não conhece os serviços de ressocialização disponibilizados pela FSC, que oferece assistência social, capacitação e trabalho à população prisional. Assim, participamos desse evento com o intuito de romper as barreiras da informação e trazer de volta a esperança de cada detento na ressocialização.” relatou Aline Baptista.
Além de resgatar a esperança em meio as grades, eventos como a “Promoção da Cidadania” também salvam vidas. Assim ocorreu com Cristiano da Silva, 35 anos, que cumpriu pena no Presídio Evaristo de Moraes e, recentemente, foi empregado pela FSC na Faperj: “Cheguei a pensar lá dentro que a minha vida tinha acabado com o crime que eu cometi. Pensava direto em desistir de tudo. Achei que nunca mais teria uma chance de voltar a trabalhar e sustentar a minha família de forma digna. Até que ouvi lá dentro que a Fundação era um lugar que me acolheria. Assim que comecei a responder em semiaberto, busquei vir aqui na Fundação e consegui a chance de recomeçar a minha vida.”
Fundação Santa Cabrini: desde 1977, resgatando a esperança de pessoas em cumprimento de pena no estado do Rio de Janeiro.